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Ex-líder espiritual preso por pedofilia vendia fotos de menores na web
08/10/2017 - 21h54 em Policia

Ex-líder espiritual preso por pedofilia vendia fotos de menores na web

Conversas indicavam transações bancárias por fotos de menores em situações libidinosas, com comprovantes de depósito na ordem dos R$ 12 mil.

 

Alessandro da Silva Santos, 45 anos, que já foi diretor de escola e líder espiritual, acusado de pedofilia, também negociava pornografia infantil pela internet. Segundo informações do site Metrópoles, o crime foi descoberto pela Operação Lex Scantinia, deflagrada na última sexta-feira (6).

 

O ex-diretor do Colégio Christus, em Taguatinga (DF), já havia sido preso em maio deste ano, mas foi liberado após pagar fiança.

 

As apurações dos casos de pedofilia levaram os investigadores até as negociações do suspeito pelo WhatsApp, onde encontraram conversas que indicavam transações bancárias por fotos de menores em situações libidinosas, com comprovantes de depósito na ordem dos R$12 mil.

 

Um dos clientes de Alessandro Santos apontado pela corporação é Jobson José de Aquino, de 53 anos, preso em Belo Horizonte (MG). Ainda há indícios de que o material tenha sido vendido para outros compradores do Distrito Federal e de outros estados do país.

Na primeira prisão do ex-diretor Alessandro da Silva Santos, policiais apreenderam em sua casa um disco rígido (HD) com centenas de imagens sexuais, entre fotografias e vídeos. A maior parte das imagens envolvia o próprio acusado e garotos com idade aparente entre 10 e 16 anos. A Polícia Civil do Distrito Federal avaliou o acervo como o maior encontrado em uma única operação.

Desde que foi solto, Alessandro Santos teria procurado as vítimas para orientar que apagassem qualquer vestígio que pudessse prejudicá-lo, mas acabou sendo detido novamente em setembro passado. Segundo a polícia, as vítimas eram abordadas no meio da rua, geralmente jovens de baixa renda, que atraídos por lanches, celulares e dinheiro eram convencidos a gravar material pornográfico e enviar para o suspeito.

 

 

Com informações do Metrópoles

 

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