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Governo chinês revê leis religiosas que entrarão em vigor em 2018
12/09/2017 - 20h46 em Mundo

O país tenta coibir o crescimento do cristianismo, considerando algumas denominações ilegais.

 

O site do ministério Portas Abertas informou que o regulamento de assuntos religiosos da China foi revisado e que dará maior liberdade aos cidadãos chineses que tanto sofrem com as pressões do regime comunista.

O primeiro-ministro Li Keqiang assinou o decreto que deve entrar em vigor em 1º de fevereiro de 2018, visando  proteger a liberdade de crença dos chineses e manter a harmonia religiosa e social.

 

Esse regulamento irá garantir a liberdade de religião, respeitando as atividades religiosas legítimas e impedindo as práticas consideradas ilegais ou extremas pelo governo.

 

Na China os grupos religiosos nacionais e locais têm o direito de ajudar o governo em todos os níveis na implementação de leis, regulamentos, regras e políticas. Eles ajudam a garantir os direitos legítimos dos cidadãos com diferentes crenças, orientando assuntos religiosos, pesquisando suas culturas e realizando educação e treinamento religioso.

 

Só as igrejas nacionais e locais que possuem o direito de fazer grupos de estudos, como seminários, por exemplo, e as denominações internacionais sofrem para conseguir autorização para funcionar naquele país.

 

Os locais para as atividades religiosas também devem ser autorizados pelo governo, como templo, igrejas e lugares fixos. Os demais locais devem ser determinados pelos departamentos de assuntos religiosos administrados pelos governos locais.

 

Todos os membros das instituições religiosas na China devem ainda aceitar a orientação, supervisão e inspeção dos governos locais. Essas pessoas são chamadas para fortalecer a gestão interna, melhorar o sistema de gestão de pessoas, finanças, ativos e outros aspectos.

 

Com informações do Instituto PortasAbertas.org

 

 

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