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Boa ação - Vaquinha virtual arrecada dinheiro para tratar bebê de Ji-Paraná
27/08/2017 - 1h47 em Saúde

 

A meta inicial já foi alcançada, mas o Gabriel será um eterno consumidor dos produtos exigidos para ao seu bem estar.

 

A família do pequeno Gabriel, que tem pouco mais de um mês de vida, e residente em Ji-Paraná-RI, promove virtualmente uma vakinha para conseguir recursos financeiros para ajudar no tratamento da Ictiose lamelar, uma doença rara, que não tem cura, apenas tratamento. Segundo informações, um caso surge em cada 300 mil bebês no país.

 

Para ajudar na compra de cremes, sabonetes, colírios, algodão em disco e fraldas descartáveis foi criada a vakinha “Todos pelo Gabriel” pela internet.

 

A ação foi idealizada pela médica nutricionista Geisa Almeida, uma das voluntárias na atenção e tratamento do bebê.

 

Os médicos dermatologistas Alessandra Dalla Marta Camarini e Silmar Regis Camarini também contribuem com procedimentos.

 

 

 

 

Os interessados podem doar pelo site www.vakinha.com.br.

O sistema aceita contribuições por cartão de crédito e boleto bancário a pessoa oferece a sua doação em qualquer valor.  

 

Até às 00h11minh deste domingo (27), o objetivo a ser arrecadado era de (R$ 10.000,00), as doações e contribuições já tinham superados os valores, sendo já de R$ 12.075,00, ou seja, 120%.

 

“Agora, depois de toda essa divulgação pela imprensa e com os compartilhamentos dessa ação o valor em doações sobe a cada dia. Já estamos reservando dinheiro para a nossa maior ambição que é levá-lo para consultar em Campinas (SP), onde tem um Centro Especializado em Ictiose. A mãe de Gabriel ficou muito feliz e encheu o coração dela de esperança”, agradece Geisa.

 

“Já estamos reservando dinheiro para a nossa maior ambição que é levá-lo para consultar em Campinas (SP), onde tem um Centro Especializado em Ictiose.” A mãe de Gabriel ficou muito feliz e encheu o coração dela de esperança.

 

Doações presenciais

Quem preferir fazer suas doações pessoalmente pode ir até Rua Taruacá, nº 2167, bairro São Pedro (entre T-08 e T-09), em Ji-Paraná.

Para saber mais, ligue para (69) 9 9257-0961 (falar com Elvira). 

 

Conta para deposito das doações

 

Caixa Econômica Federal
Conta poupança: 3539-9
Operação: 013
Agência: 1824
Elvira Batista do Nascimento
CPF: 470.385.942-49

 

Se você puder ajudar ajude de coração, se não puder incentive alguém a faze-lo.

 

Desespero de mãe e cuidados

Desesperada, a mãe de Gabriel, Letícia Batista, hoje comemora que o filho superou a informação recebida após o parto. “Os médicos disseram que ele teria apenas de dois dias a uma semana de vida e, hoje, ele está aqui comigo!”, relata emocionada. “Ele precisa de cremes o tempo todo, colírio e ver ele ali ‘rachando’, todo machucadinho dói muito, é muito doloroso”, completa.

Segundo a avó, Elvira Batista, é preciso ter muito cuidado diariamente. “A pessoa precisa usar álcool em gel sempre. Até os três meses, o recebimento de visitas é limitado, por causa do risco de pegar alguma infecção”, expôs.

Ela contou ainda que o tempo todo é necessário controlar a temperatura e umidade do ar para não ressecar ainda mais a pele de Gabriel.

A doença

A Ictiose lamelar é uma doença genética que faz com que haja a produção de muita pele e há dificuldade de eliminar resultando numa grossa e ressecada camada de pele que prejudica a transpiração. 

 

Pedido do Gabriel

Olá pessoal! Meu nome é Gabriel, e tenho uma curta história de vida, mas já repleta de muita luta.

Nasci com ICTIOSE LAMELAR, uma doença genética e rara (1 bebê a cada 300.000 nasce assim).

Meu corpinho produz muita pele e não consigo eliminá-la, o que resulta em uma grossa e ressecada camada de pele que não me deixa nem transpirar para poder refrigerar meu corpinho. 

Quando tinha 8 meses dentro da barriga da minha mãe a bolsa estourou e ela correu para o hospital, foi quando eu nasci.

Quando saí da barriga dela, ninguém sabia o que eu tinha. As tias e tios do hospital não sabiam o que fazer comigo. 

 

Fiquei na UTI por 15 dias, lutando por minha vida e aguentando as dores dos machucados, que são muitos, pois minha pele racha com muita facilidade. Tenho muita fome e minha mãe tem muito leite. Vejo-a cansada, mas ela se esforça muito para me alimentar com o melhor alimento do mundo: o leite materno. E eu mamo muito! Já até ganhei um pouco de peso desde que saí do hospital.

 

Muitas pessoas têm me ajudado, mas estou preocupado. Ouvi minha mãe e minha avó falando sobre os cremes, óleos, colírios, pomadas, algodão em disco e fraldas que devo usar. É um gasto bem elevado. Por isso peço ajuda de vocês para poder comprar todos estes itens para o meu bem estar.

A única fralda que posso usar é também a mais cara, pois é a que mais tem algodão e não esquenta tanto o meu corpinho, que não consegue se refrigerar. Quando esquenta muito, eu sinto dor e fico todo vermelho, meu coraçãozinho dispara e choro muito. Moro em Rondônia e aqui é muito quente. Preciso do colírio porque minha pele é tão ressecada que a minha pálpebra não fecha.  Se minha pele estiver sempre hidratada consigo ter uma vida mais confortável e menos dolorida. VOCÊ PODE ME AJUDAR?

 

 

 

 

 

 

 

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